


Acompanhe
a leitura que seu professor fará desta fábula.
Fique bem atento.
A CIGARRA E AS
FORMIGAS
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— Por favor, formiguinhas, me deem um pouco de
trigo! Estou com
uma fome danada, acho que vou morrer.
As
formigas
pararam de trabalhar, coisa que era contra os princípios delas, e perguntaram:
— Mas por quê?
O
que você fez durante o ve- rão? Por acaso não se lembrou de guardar comida
para o inverno?
— Para falar
a verdade, não tive tempo — respondeu a cigarra.
— Passei o verão cantando!
— Bom, se você passou o
verão cantando, que tal passar o inverno dançan- do? — disseram as formigas,
e voltaram para o trabalho
dando
risada.
Moral: Os preguiçosos colhem
o que merecem.






Acompanhe a leitura que seu professor fará desta fábula.
A RAPOSA E O
CORVO
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rei dos pássaros.
— Que pássaro magnífico avisto nessa árvore! Que beleza
estonteante! Que cores maravilhosas!
Será que ele tem uma voz suave para combinar com tanta bele-
za! Se tiver, não há dúvida
de que deve ser proclamado
Ouvindo aquilo o corvo ficou que era pura
vaidade. Para mostrar à raposa que sabia cantar, abriu o bico e soltou um sonoro
“Cróóó!”. O queijo veio abaixo, claro, e a raposa abocanhou
ligeiro aquela delícia, dizendo:
— Olhe, meu senhor, estou vendo que voz o senhor tem.
O
que não tem é inteligência!






Acompanhe a leitura que seu professor fará desta fábula.
O SAPO E O BOI
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– Olhem só o tamanho do
sujeito! Até que ele é elegante, mas
grande
coisa;
se eu quisesse também era.
Dizendo isso, o sapo começou a
estufar a barri- ga e em pouco
tempo já estava com o dobro do seu tamanho normal.
– Já estou grande que nem ele? – perguntou aos outros sapos.
– Não, ainda está longe! – responderam os amigos.
O sapo
se estufou mais um pouco e repetiu a pergunta.
– Não – disseram de
novo os outros sapos –, e é melhor você
parar com isso
porque
senão vai acabar se machucando.
Mas era tanta vontade do sapo de imitar o boi que ele
continuou se estu- fando, estufando, estufando
– até estourar.
Moral: Seja sempre você
mesmo.









A CIGARRA E A
FORMIGAS
No inverno, as formigas estavam fazendo secar o grão molhado,
quan- do uma cigarra
faminta lhes pediu algo
para comer.
As formigas
lhe dis- seram:
— Por que, no verão, não reservaste também
o teu alimento?
A cigarra respondeu:
— Não tinha tempo, pois cantava melodiosamente.
E as formigas,
rindo, disseram:
— Pois bem, se cantavas no verão, dança agora no inverno.





PARTE 1: Comparando duas versões de uma mesma fábula



Duas formas de iniciar a fábula:
1ª versão
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2ª versão
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Quando a cigarra lhes
pede
comida,
as formiguinhas respondem:
1ª versão
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2ª versão
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E a cigarra responde:
1ª versão
|
2ª versão
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Com a ajuda do professor, faça uma lista com os principais acontecimentos da história. Copie o que vocês conversaram nestas
linhas.
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Depois de
ouvir a fábula e listar
os
acontecimentos mais
importantes, é
hora de vocês recontarem a
história. Procurem fazer isso escolhendo bem as palavras, de modo que fique bem contada. Vocês não precisam usar as mesmas palavras do texto,
mas podem utilizar algumas que parecerem interessantes.



Vocês vão ditar ao seu
professor a fábula
“A cigarra e as formigas”.
Lembre-se de que todos devem
participar,
mas
cada
um deve esperar sua






Na aula passada, vocês
escreveram a fábula “A cigarra
e
as formigas”. Nesta aula, vão reler o que ditaram para
o professor e fazer alterações para me- lhorar o texto.
Na revisão, é interessante observar:
• Se faltam
partes importantes da
história;
• Se há muitas palavras repetidas;
• Se há muitas expressões ou palavras que
se usam
nas
conversas do
dia-a-dia, mas que não são
tão comuns nos textos escritos.
Além disso, vocês podem incluir ou alterar palavras para caracterizar melhor as personagens, para
enfatizar
alguma
passagem etc.



Nas linhas abaixo, escreva com seu colega a lista de personagens
das fá- bulas que
você ouviu até agora.
Como vocês estarão trabalhando em
duplas, terão que conversar sobre o nome de qual personagem vão escrever primeiro e quais
as letras necessárias para escrevê-lo.
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